In your world

29 abril 2013

Contos de Fadas - Chapeuzinho Vermelho morreu!



Ultimamente, os famosos clássicos infantis estão virando filmes mais obscuros e com foco no público jovem – as crianças terão que se contentar com os clássicos da Disney.
Acredito que o primeiro tenha sido a versão “assustadora” de Chapeuzinho Vermelho, que ganhou o título de A Garota da Capa Vermelha, porque Chapeuzinho Vermelho é muito infantil...
Obviamente, a história não tem nada a ver com a bela e famosa história original. No filme, Chapeuzinho tem nome e vai se casar, afinal ela não é uma encantadora menininha saltitante e, sim a mais bela jovem da aldeia. Para deixar o filme bem clichê, ela está apaixonada por outro, seu amigo de infância e não quer se casar com seu prometido. Acho que esqueceram de avisar que a Chapeuzinho era uma #foreveralone e não tinha amigos, só a mamãe dela e não tinha idade para se apaixonar e, mesmo se tivesse, isso não aconteceria, pois ela morava sozinha no meio do mato sem nenhuma civilização por perto.
Continuando, Chapeuzinho está feliz da vida traindo seu noivo, tendo encontros casuais com seu amigo de infância, quando o lobisomem aparece e mata a irmãzinha dela. Mais uma vez, nada a ver com o conto original, já que Chapeuzinho não tinha irmã, só a mamãe dela. Não colocaram também o Lobo Mau, afinal lobos não falam, muito menos comem gente, mas lobisomens existem e essa é a melhor ideia para pôr no filme, pronto acabou.
O filme vai passando e Chapeuzinho, que não é Chapeuzinho, passa por maus lençóis porque o lobisomem está atrás dela e blá, blá, blá.
Acho que o que me deixou mais decepcionada com a história é que a melhor parte era uma mentira! :’(
O grande momento em que a Chapeuzinho vai para a casa de sua avó e encontra o Lobo Mau deitado na cama com roupas de velha e então pergunta por que a vovó tem um nariz tão grande, é apenas um sonho da Chapeuzinho, que não é Chapeuzinho! Ou seja, tirou toda a essência da história e me decepcionou.
Finalizando, A Garota da Capa Vermelha não é o mesmo que Chapeuzinho Vermelho, porque o final não é feliz. Assim, o primeiro dos grandes contos dos Irmãos Grimm é adolescentizado. Que Deus salve a nova geração...

28 abril 2013

Freddie Mercury - Parte 2



O tempo foi passando e eu me tornei cada vez mais conhecedora e admiradora da banda. Conheci os momentos altos e baixos da banda, os maiores sucessos e fiquei cada vez mais admirada por Freddie Mercury. Sua voz era magnífica e como minha mãe diz até hoje, ele é um artista completo, pois sabe cantar, dançar, compor e tocar vários instrumentos.
Acho que o amor da minha mãe passou para mim também e mesmo sabendo que Freddie Mercury não é lá um belo exemplo, não consigo deixar de admirá-lo.
Nós ainda escutamos I Was Born to Love You no carro, mas não com tanta frequência e a família toda já sabe a letra. Acho que cheguei ao ponto de não passar um dia sem ouvir uma música do Queen.
Sei muito bem que puxo saco do Freddie Mercury, mas também gosto dos outros membros da banda.
Roger Taylor e incrível, pois toca bateria e canta ao mesmo tempo, o que já ouvi falar que é muito difícil.
John Deacon é uma graça e eu adoro vê-lo tocar quietinho no canto dele durante o show. Tão fofinho...
E, por fim, Brian May canta, toca, compõe, só não dança, e tem meu carinho especial. Ah, claro, ele e Isaac Newton têm o mesmo corte de cabelo.

26 abril 2013

Freddie Mercury - Parte 1

  

Todas as pessoas que me conhecem de verdade sabem que eu sou uma fã fervorosa da banda Queen. E não é surpresa nenhuma que Freddie Mercury seja meu xodozinho.
Assim como qualquer pessoa no planeta, eu já conhecia We Will Rock You, mas não sabia quem era Freddie Mercury, muito menos a banda Queen.
O que a bonita aqui não sabia era que minha mamãe era fã do Freddie Mercury e tinha um DVD com o show da banda guardado no armário. Não sei o que aconteceu, acho que era a iluminação e o jeito que a foto foi tirada porque juro que achei o Freddie Mercury a cara do Lionel Richie na capa do DVD! Por favor, me dêem um desconto, era a primeira vez que eu via o Freddie Mercury na vida e não pude evitar a comparação.
Passei vários anos sem dar importância à Freddie Mercury – me perdoe, Freddie! – até o dia em que minha mamãe decidiu ouvir I Was Born to Love You no carro. Acho que ouvíamos a mesma música toda vez que entrávamos no carro durante meses. Disse à minha mãe que gostava da voz do Freddie e que já tinha decorado a música. Ela falou que tinha o CD e o DVD da banda em casa e quando nós chegássemos era para eu ouvir.
O CD da minha mãe, que agora é meu, só que ela ainda não sabe, tem a foto da banda na capa (jura?), mas tem um branquelo de cara séria que eu não conhecia invadindo a banda.
Mostrei a minha mãe o CD e perguntei quem era aquele homem. Ela disse que era o Freddie Mercury e eu fiquei horrorizada. Ai, meu Deus, Freddie Mercury estava sem bigode!

25 abril 2013

Tatuagens



Já tinha pensado em fazer uma tatuagem antes. Acho que todo mundo já pensou nisso. Como eu amo escrever, pensei em tatuar uma pena na panturrilha. Mais tarde pensei em tatuar o nome de uma pessoa importante para mim no pulso. Pensei melhor e descartei essa ideia para o futuro. Tenho uma amiga que quer tatuar uma fênix nas costas inteiras! Bonito, mas assustador. Já vi diversas imagens de tatuagens na internet e, se dependesse da minha força de vontade, eu estaria agora igual ao Tico Santa Cruz. O.O
Quando encontrei a imagem acima (enquanto procurava fotos de gatos no Google), achei a idéia da moça incrível e na hora, decidi que queria o Gato de Cheshire nas minhas costas. Pouco tempo depois, eu vi a foto do cantor Ed Sheeran e vi que ele tinha tatuado o Gato de Botas com seu rostinho e olhinhos de pobrezinho abandonado em todo o antebraço. E achei, simplesmente, a coisa mais bonitinha do mundo e eu queria um Gato de Botas fofinho e olhudo no meu braço.
Talvez, conforme fui crescendo, percebi que eu era maluca e que precisava de acompanhamento psiquiátrico tatuagem era algo para a vida toda e seria muita imprudência (ui, palavra chique!) minha tatuar qualquer imagem fofinha que eu visse na internet afinal, eu sou uma pessoa (?) e não um álbum de fotos.
Ótimo, agora não quero mais tatuagens. Talvez algum dia eu faça umazinha só, mas apenas se tiver um significado para mim.
Ou talvez minha mãe não deixe e eu acabe não fazendo nenhuma mesmo.