In your world

20 julho 2013

Despedida (por tempo determinado)


  Eu realmente me senti na obrigação de escrever algo antes de viajar. Ficarei uma semana fora, sem blog e sem facebook, resumindo, sem internet. Para não deixar vocês muito tempo sem um post, resolvi escrever um hoje, mas semana que vem tudo volta ao normal. Para nossa despedida temporária, decidi contá-los sobre uma experiência que tive um tempo atrás.
  Mamãe estava vendo um programa de decoração de quartos '-' e viu um enfeite feito com pisca-pisca e me perguntou se eu queria um no meu quarto. Eu disse que sim e lá fomos nós fazer. O pisca-pisca que minha mãe comprou não pisca, mas é muito bonito. Tive que comprar forminhas de tecido para cupcake e blá-blá-blá, tudo isso é muito irrelevante. O que eu quero lhe contar é sobre o meu curto relacionamento com o Super Bonder. É realmente uma coisa terrivelmente estranha colar o dedo com Super Bonder. Talvez você nunca tenha tido aquela sensação de quase-morte, aquele momento de desespero e tal. Pois é, colar o dedo com Super Bonder te dá a mesma sensação. Aquele desespero de ficar com o dedo colado para sempre ou ter que amputar é, sem dúvida, a mesma sensação que você experimenta em situações de grande perigo (jaula com tubarões, incêndio, quase cair num precipício...). 
   Parando para pensar existem diversas situações no seu dia-a-dia que parecem quase-morte. Quando você esquece de descer um degrau e parece que você vai cair no Tártaro ou quando você percebe que o gás está vazando e que sua casa pode pegar fogo a qualquer minuto.
  Acho que era só isso que eu queria falar. Aproveite minha ausência e leia meus posts antigos novamente. Eu vou ficar muito feliz... :D

P.S. Eu tenho um pisca-pisca que não pisca! \o

18 julho 2013

Procura-se qualquer ser humano na face da Terra que goste de gatos


  Não entendo por que as pessoas não gostam de gatos. Apenas um dos meus amigos gosta mais de gatos do que de cães. Eu gosto muito mais de gatos do que de cães (mas ainda assim gosto de cachorro, só não tanto...).
  Provavelmente você tem a mesma opinião que 100% das pessoas que não gostam de gatos: "Ah, cachorro é muito mais amigo e carinhoso. Gato é muito independente, sei lá". Aí, caro companheiro, eu lhe digo que só vejo vantagens em ter um gatinho como bichinho de estimação. Você não precisa levar para passear, apenas manter a caixinha de areia limpa (e este é um benefício maior para você do que para o gato, porque se você não limpar, aquilo vai empestear a sua casa com fedor. Nada mais natural. Experimente não dar descarga no vaso por três dias e sinta o fedor que você exala por favor, NÃO faça isso!), eles dormem em qualquer canto, com qualquer barulho (meu gato dorme dentro do saco de ração e, por isso, está ficando obeso) e simplesmente eles são mudos (claro, eles miam muito quando você está comendo algo, afinal eles também querem, mas é só você dar qualquer pedra para eles comerem que eles calam a boca).
  Talvez você se baseie na crença de que gatos não gostam de carinho, o que é uma grande mentira. Sabe aquelas pessoas mais tímidas que tem dificuldades de mostrar o que sentem etc. e tal? Então, os gatos são mais ou menos assim. Não é só porque ele não se esfrega em você o tempo todo que ele não goste de você. Sabe aquele momento em que você quer fazer um carinho no gato e ele te arranha? Imagine a seguinte situação: você está deitado na sua cama, edredom (sempre!) quentinho, você está quase dormindo e aí vem um infeliz, acende a luz, tira seu edredom e começa a falar coisas sem noção (tipo: "Ah, que fofura!", "Quem é o neném da mamãe?" ou "Você é tão bonitinho que dá vontade de te apertar até seus olhos saltarem na cara". Algo macabro desse tipo). Jura, você não teria vontade de arrancar a cabeça desse ser humano? Gatos não são tão radicais, eles apenas arranham. Admito, é natural fazer isso, eu mesma faço (de vez em quando e só!), mas que deve ser chato, isso com certeza. (N.A. Acabei de descobrir que meu cachorro come cotonete).
   Concluindo, cachorros tem suas qualidades, mas gatos também. Eu realmente gosto de gatos, mas tenho um cachorro (às vezes eu gosto dele, às vezes não...). 
   Ah, e só uma curiosidade para vocês: o nome do meu gato que dorme no saco de ração é Momo, por causa do desenho Avatar, que eu assistia na infância. Juro, o meu Momo é a cara desse daí, olhudo e orelhudo. Para que eu te contei isso? Pois é, também quero saber...

P.S. Está vendo o gato da foto? Ele é o gato de pelo curto americano e é um desses que eu vou ter quando crescer. Provavelmente colocarei o nome dele de Nando. O mais provável, porém, é que eu adote um vira-lata, porque eu realmente sou uma alma caridosa (é verdade, tá?).

16 julho 2013

Lumus!


   Estava mais do que na hora de eu falar de Harry Potter por aqui. Como expliquei em outro post, uma das minhas escritoras favoritas é a J.K.Rowling, autora da saga do HP. Como ontem, 15/07/2013, fez dois anos que As Relíquias da Morte - Parte 2 estreou no cinema, resolvi escrever minha maravilhosa experiência no mundo mágico de Potter.
  Eu realmente não me lembro da primeira vez que vi um filme de Harry, mas me lembro muito bem que gostei muito. Já a primeira vez que li um livro, foi logo depois que meu irmão terminou de ler A Pedra Filosofal (só leu esse e mais nenhum dos outros seis). Ele ficava se gabando que conseguiu ler o livro em três dias e blá-blá-blá. Então peguei o livro, sentei na estante do meu quarto e li em apenas um dia e meio (eu era criança, estava de férias, não ligava para internet, estudar para o ENEM ou falar com meus amigos). Lembro perfeitamente de ter me encantado com o livro e que, a partir daquele dia, comecei a procurar os filmes na locadora para assistir (nessa época só os três primeiros filmes haviam sido lançados).
  Um pouco mais tarde (já havia sido lançado o quarto filme), descobri que minha vizinha nunca tinha visto Harry Potter na vida dela. Fiz a mesma cara que a Emma está fazendo nessa foto aí em cima ^^  Também comentei com um dos meus alunos que ele iria gostar dos filmes de Harry e ele disse que não conhecia (ele tem oito anos). Minha cara ficou igual a da Emma novamente talvez pior.  
  Por volta dos onze ou doze anos, sei lá, fui assistir ao quinto filme no cinema com meu pai, e fiquei com medo do Voldemort (não ria! Eu sei que é muito vergonhoso...). Daniel, meu irmão, também ganhou o livro Os Contos de Beedle, o Bardo (tipo um spin-off da saga, mas não exatamente), o que me ajudou muito na hora de ler As Relíquias da Morte.
  Há um tempo, realmente não me lembro quando, minha mãe me comprou a coleção completa com os sete livros (os quais eu já li pelo menos umas três vezes), que é meu tesouro lindo *olhos cintilando*, mas vou deixar registrado que, quando eu passar na faculdade, quero esse presente maravilhoso (talvez eu mesma compre e divida em 2.000 vezes para eu pagar até completar 50 anos). E para fechar, Nox!


12 julho 2013

Nada de delícia cremosa


   Depois desta revelação é provável que você não me considere um ser humano normal (se você já não tiver feito isso antes). Ao contrário da maioria da população mundial, eu não gosto de sorvete. De qualquer tipo de sorvete: casquinha, pote, expresso, com cobertura e nem mesmo milk-shake ou bolo com sorvete. Por quê? Acredite ou não, eu acho sorvete gelado demais. Pausa para sua cara estupefata. Jura, Marina? Pois é, não vejo explicação melhor para meu "não-gosto" por sorvete. 
   É muito comum eu sair com minhas amigas para tomar um sorvete e eu não tomar um. Elas tomam e eu fico roubando um pouquinho do sorvete delas. Um pouquinho eu até tomo, mas ficar igual aquelas mulheres que devoram cinco litros (isso soou estranho) de sorvete por dia até mesmo no inverno é impossível e, principalmente, assustador.
  Falando em inverno, você sabia que sorvete esquenta? É verdade, mas, como tudo na vida, tem um "porém". Você fica quentinho, "porém" com uma bela dor de garganta. A decisão é sua: você quer passar o inverno quentinho ou com dor de garganta? Seja qual o que for que você decidiu, a resposta está, para minha tristeza e vossa alegria, na delícia cremosa. :/

09 julho 2013

Faça nas suas férias


   O brasileiro tem a incrível capacidade de desejar as férias de julho desde fevereiro, quando começa a trabalhar. Depois de tanta reza, as benditas finalmente chegaram e é hora de "aproveitar". Aproveitar entre aspas, porque você vai acordar cedo, não importa o quão tarde você durma. Vai chover e você ficará preso dentro de casa com o sinal da TV ruim. Mas eu, dona de incrível capacidade de me divertir de maneiras peculiares ou não resolvi fazer-lhes uma listinha, com sugestões do que você pode fazer nessas férias. Começaremos pelo dia desta postagem:

Dia 09: tome cappuccino com canela.
Dia 10: assista aos filmes da Bridget Jones.
Dia 11: reúna os amigos e faça um campeonato de Paciência (aquele joguinho do computador).
Dia 12: relembre os clássicos da música brasileira: Sandy & Júnior, Fat Family, Dominó e Chiquititas.
Dia 13: aprenda a tocar My Heart Will Go On na flauta doce.
Dia 14: leia Οπου το άτομο κατηγορεί τη φύση και τη μοίρα, όμως η μοίρα του είναι συνήθως αλλά η ηχώ του χαρακτήρα και των παθών του, των λαθών και των αδυναμιών του, em grego, obviamente.
Dia 15: cante I Will Survive bem alto no chuveiro.
Dia 16: inspirado no filme Sim Senhor, tire o dia para dizer sim para tudo e todos, e veja o que acontece.
Dia 17: assista um filme com legenda em alemão e descubra que bolo de chocolate é schokoladenkuchen (agora leia e repita isso em voz alta treze vezes).
Dia 18: assista vídeos de gatos no YouTube.
Dia 19: escreva um poema para sua planta.
Dia 20: assista a um filme da Whoopi Goldberg.
Dia 21: aprenda a dançar tango com a vassoura.
Dia 22: tente lamber seu cotovelo.
Dia 23: dê boa noite ao William Bonner quando acabar o Jornal Nacional.
Dia 24: cadastre-se no fã-clube da Susana Vieira.
Dia 25: vista touca e óculos escuros para sair na rua.
Dia 26: passe trote para seu amigo.
Dia 27: compre uma Tortuguita.
Dia 28: tire uma foto de seu melhor amigo dormindo de boca aberta e poste no Facebook.
Dia 29: coma miojo no café-da-manhã.
Dia 30: assista todos os epísodios de todas as temporadas de CSI (se isso for possível em 24 horas).
Dia 31: vá ao parque com sua família, tire várias fotos e poste no Instagram: #family #happy #me #hotdog #recalque #instapretty #sun #ferias #fcneymarjr #icecream #love #smile

Mais uma vez, boas férias! :D

07 julho 2013

Aaaaaaaaaaaaah!


  Nossa, ter um blog dá trabalho. Não sei o que anda acontecendo comigo, acho que estou no meio de um bloqueio criativo, pois não consigo pensar em nada suficientemente interessante para abrilhantar vossas vidas. Mas, para não abandonar o blog (uma semana é mais do que eu costumo deixar vocês de lado) decidi postar uma coisinha que tenho aqui e acho, no mínimo, peculiar.
  Há um tempo, fiz um curso de Português para concursos e ganhei uma apostila tão grossa quanto a Bíblia. Numa das milhões de páginas, encontrei uma lista com o radical grego -fobia (interessantíssimo, Marina, interessantíssimo!). Enquanto lia a lista, reparei fobias esquisitíssimas que não poderiam passar longe do meu sarcasmo. Aí vai:


  • Biofobia: horror à vida (meu Deus, isso precisa de comentários?).
  • Cenotofobia: aversão a coisas novas (vai morar na casa da sua avó. Tenho quase certeza que a maioria das coisas deve ter no mínimo trinta anos).
  • Crisofobia: horror ao ouro, à riqueza (se você não quer, tem quem queria tipo, eu).
  • Dendrofobia: horror às árvores (pobrezinhas, elas nem ao menos podem se mexer).
  • Fonofobia: horror aos sons (nada te TV, rádio ou esposa que fala demais).
  • Fotofobia: horror à luz (sou um cidadão da noite Batman).
  • Grafofobia: medo de escrever (vagas abertas na pré-escola).
  • Helmintofobia: medo exagerado de ter vermes no intestino (toma Actíííívia).
  • Hipnofobia: medo de dormir (não disse que zumbis existem?).
  • Melofobia: horror à música (chorando aqui, juro).
  • Pantofobia: medo de tudo (como alguém vive desse jeito?).
  • Sitofobia: medo de se alimentar (idem a de cima).
  • Teratofobia: medo de dar à luz um monstro (vai ver é por isso que a mãe do Shrek abandonou ele #triste).
   Bom, esses aí são os piores e os mais sem explicação. Ria um pouquinho e não leve tão à sério. Boas férias!

P.S. Féééééééééééééééééééééérias!!! XD


01 julho 2013

Uma vontade


   Algum dia, provavelmente quando eu já estiver aposentada (falta muuuito!), vou sentar no banco da praça e colocar uma plaquinha ao meu lado onde lê-se: Escuto histórias. Vou ficar sentadinha lá, e quem quiser, pode vir falar comigo e me contar uma história da sua vida, qualquer coisa. Escutarei com o maior prazer, a história de vida do seu hamster ou do dia que você perdeu seu jarro de suco e ele, magicamente, apareceu dentro do armário (!). Escutarei, com prazer maior ainda, você me contar uma história de amor ou um drama cabeludo. Esses, pelo menos, são mais interessantes. Mas, para eu ficar plenamente feliz, vou ansiar por alguém que sente ao meu lado e me conte uma história de terror, ou me desafie a resolver um mistério, para eu me sentir bem Miss Marple.
   Não precisa ser real, desde que seja uma história. Tem gente que escreve, tem gente que constrói e tem gente que não faz nada, mas eu vou escutar. E se você quiser, ficarei honrada de te contar a minha história, mas vai ter que esperar, pois ainda não deu tempo de eu viver uma - ou ter tempo para ouvir a sua. 

P.S. Alguém sabe se existe o verbo "ociar" de ócio? :P